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domingo, 21 de dezembro de 2014



Segurança na Internet- Ana Lúcia Correia 


A segurança, a liberdade e a privacidade na Internet são dos temas mais debatidos nos dias de hoje.
Desde os anos 90 até a actualide é notória uma grande evolução na área da tecnologia, nomeadamente na área das tecnologias da informação. Os telemóveis, os computadores portáteis, a televisão digital, os dispositivos móveis, como tablets e smartphones que nos permitem acesso à Internet universal e rápida e também as mais variadas redes socias em qualquer lugar desde que o utilizador disponha de internet wi-fi ou através dos dados movéis dos tarifários fornecidos pelas respectivas operadoras telefónicas.
Uma das ferramentas mais utilizadas e mais conhecidas neste mundo da Internet é o Google, qualquer pessoa que utilize um computador ou um dispositivo com acesso à Internet uma das ferramentas a que recorre é esta certamente. Desde o inexperiente ao mais experiente, hoje em dia todos recorrem ao uso do Google. É um dos motores de busca mais utilizados em todo o mundo, se não o mais utilizado, sendo considerado universal.
O Google é uma das empresas mais lucrativas da actualidade. Através da sua actividade na Internet retira grande parte dos lucros e uma quantidade inesgotavél de informação como, dados pessoais, estátisticas, perfis com base nos vários tipos de pesquisas que se desenvolvem através deste motor de busca e que conduzem muitas vezes a espionagem, como refere o artigo do Courrier, escrito por Rui Cardoso.
A privacidade digital é a capacidade que uma pessoa tem de controlar a exposição e a disponibilidade de informações dela, de um conhecido ou até mesmo de um desconhecido, na internet, através dos sites de partilhas através das mais variadas redes sociais. A actual arquitetura da internet permite o desenvolvimento de novas tecnologias de controle de informações, alterando a forma de como cada pessoa pode ter a privacidade.
A revolução da tecnologia da informação modificou a realidade social, penetrando em todas as esferas da atividade humana gerando novas relações a serem reguladas pelo sistema jurídico. A falta de leis consolidadas com relação a privacidade digital exige que cada indivíduo esteja preparado para enfrentar as novas situações e a invasão de privacidade decorrentes dessa nova visão sobre a privacidade ocasionadas com o surgimento de novas tecnologias informacionais.
O emergir das redes sociais e a partilha através dos sites aumentaram os riscos de um indivíduo ter a privacidade mais exposta perante na sociedade atual, principalmente no que respeita aos dados pessoais que são divulgados, directa e indirectamente.
Para concluir nos dias de hoje qualquer utilizador da internet se encontra muito exposto, principalmente aqueles que usam as redes socias, visto que os seus dados se encontram mais patentes perante as redes e por muito que se tente limitar a privicidade torna-se sempre dificil neste mundo que é a Internet.

 

domingo, 14 de dezembro de 2014

Podcast


Podcast é uma junção das palavras Ipod e Brodcast, é um termo Podcast surgiu em 1994, criado por Adam Curry, falamos de um arquivo de áudio digital disponibilizado num site para carregamento. Segundo Primo, “é um processo mediático que emerge a partir da publicação de arquivos áudio na Internet”  (Coutinho, APUD Primo, 2005)
Segundo Ana de Carvalho, “O podcast é um ficheiro áudio ou vídeo, distribuído através da Internet, que pode ser subscrito através de RSS (Really Simple Sindication) feeds e é facilmente descarregado para o computador, leitor de MP3, MP4 ou telemóvel." (Carvalho, 2007)
No campo educativo, o podcast pode trazer vários benefícios, tais como: respeitar os diferentes ritmos de aprendizagem dos alunos; possibilita a aprendizagem, não só dentro da escola, mas também fora, entre outros.
O podcast pode também ser visto como uma ajuda para deficientes visuais, segundo Júnior e Coutinho “A utilização do podcast pode trazer enormes benefícios para a educação de pessoas com necessidades especiais, fazendo com que cada vez mais os alunos possam aprender independente do tempo (anytime) e do espaço (anywhere), publicando com facilidade e rapidez todos os conteúdos que sabem e que desejam compartilhar com os seus colegas reais e virtuais.” (Junior e Coutinho, 2009)


Referências Bibliográficas

 




·         BOTTENTUIT JUNIOR, J. B., & COUTINHO, C. P. (2009). Podcast uma Ferramenta Tecnológica para auxílio ao Ensino. Em J. B. BOTTENTUIT JUNIOR, & C. P. COUTINHO, Podcast: uma Ferramenta Tecnológica para auxílio ao Ensino de Deficientes Visuais (p. 2124). Lisboa. Obtido em 04 de 12 de 2014, de Repositorium Universidade do Minho: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9030/1/Podcast%20-%20Lusocom.pdf

·         Carvalho, A. A. (07 de 01 de 2010). O que é um podcast? Obtido em 04 de 12 de 2014, de Ministério da Educação e Ciência: http://www.crie.min-edu.pt/index.php?section=304

·         João Batista Bottentuit Junior, C. P. (s.d.). PODCAST EM EDUCAÇÃO: UM CONTRIBUTO PARA O ESTADO DA ARTE. Obtido em 04 de 12 de 2014, de Repositorium Universidade do Minho: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7094/1/pod.pdf

sábado, 15 de novembro de 2014

Fonte: http://www.zapping-tv.com/saiba-inscrever-quer-milionario-rtp1/


Atividade 2 - Atividade com a televisão




Quem quer ser milionário 



Escolhemos o programa “Quem quer ser milionário” para a elaboração da nossa atividade. Programa transmitido pela RTP, é um concurso de cultura geral e conhecimento, é transmitido em Portugal desde 2000 e o seu formato original vem da Grã-Bretanha.
O público-alvo escolhido para esta atividade é o 4º ano.
Tendo em conta que a televisão é vista diariamente pelas crianças, faz todo o sentido que seja utilizada na escola, visto a televisão e programas deste tipo serem fontes de informação e conhecimento. Poderemos dizer que são formas divertidas de aprender.
A primeira atividade seria a atividade escrita e consiste em que as crianças pesquisem (em livros ou internet), perguntas e respostas sobre conhecimentos já abordados em sala de aula e que elaborassem cerca de 10 perguntas com quatro opções de resposta, estando uma certa e as restantes erradas.
A atividade oral consiste em que fosse recriado em sala de aula, o programa “Quem quer ser milionário” e cada criança teria oportunidade de usar as perguntas pesquisadas e faria o papel de apresentador do programa e questionava o colega.
As crianças que estivessem dispostas a participar, voluntar-se-iam e o apresentador escolheria um colega para participar. O participante teria 30 segundos para responder às perguntas e teria acesso às ajudas tal como existem no programa, nomeadamente:
50-50 – O concorrente ao escolher esta opção de ajuda, tem 2 respostas erradas eliminadas das opções, ficando assim apenas com uma resposta errada e a correta.
Telefonar a alguém – Neste caso, a criança a participar poderá escolher um colega que esteja presente na sala de aula para pedir ajuda.
Ajuda do Público – O participante, nesta opção, pode pedir ajuda à turma toda
Troca – Ao escolher esta opção, é selecionada outra pergunta

O que podem aprender as crianças com esta atividade?

Com esta atividade, as crianças adquirem conhecimentos, não só a pesquisar, mas também a responder às perguntas dos colegas. Ao pesquisar as perguntas e respostas na internet adquirem prática em computadores e a procurar na internet.
Como estarão a “criar” jogo poderão entender a existência de regras e assim têm mais facilidade em respeitá-las.
É também uma excelente oportunidade para socializarem com colegas com quem convivem menos.  

Bibliografia
  • http://www.zapping-tv.com/saiba-inscrever-quer-milionario-rtp1/
  • http://www.rtp.pt/play/p1612/quem-quer-ser-milionario
  • Silva, Á. A. (2004, Dezembro). Ensinar e aprender com as Tecnologias. Retrieved 11 14, 2014, from RCAAP.

domingo, 19 de outubro de 2014



Atividade 1 – Carla Costa
As TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) dizem respeito  a todo o conjunto de recursos tecnológicos usados para diversos fins, como por exemplo computadores; televisão; entre outros.
Em contexto sala de aula, as TIC podem ser utilizadas de diversas maneiras, e em relação à Língua Portuguesa, por exemplo, existem imensas potencialidades pedagógicas para a sua aprendizagem.
Existem imensos jogos e programas que estimulam as competências da comunicação verbal, os alunos acabam por criar hábitos de leitura; conseguem aprimorar a sua escrita ao utilizar técnicas de auto e hétero correção; podem aprender aspectos fundamentais da estrutura e do funcionamento da língua; entre tantas outras aprendizagens, nomeadamente, a literacia.
A literacia pode ser trabalhada desde muito cedo através de diversas atividades que estimulem os alunos de maneira a que estes consigam um forte conhecimento da língua e adquiram ferramentas essenciais de aprendizagens para o resto da vida.
Segundo Fernanda Botelho “ (…) só alargando as competências de acesso, análise e comunicação a uma ampla variedade de mensagens, de forma a incluir não só as verbais, mas as imagens, o som, os próprios media e as mensagens suportadas pelas tecnologias de informação e comunicação, a literacia será uma competência totalmente conseguida numa sociedade de informação em rápida e permanente transformação, exigindo, por isso, multiliteracias para uma efectiva construção do conhecimento.” (Botelho, 2005)
Com a imensa informação disponível online o aluno pode facilmente selecionar o que quer pesquisar, o que quer reter e como irá utilizar essa informação, o aluno torna-se assim proprietário da sua aprendizagem, utilizando o modelo construtivista em que o aluno aprende-fazendo. Tendo isto em conta, como poderá esta metodologia ser usada em sala de aula?
Em 1973, Jean Piaget lançou a famosa frase “Compreender é inventar”, apelando mais uma vez à visão construtivista. Dito isto, o professor deve dar espaço para a criatividade dos alunos, deixar que estes “inventem”, em vez de apenas transmitir conhecimentos.
No que toca à utilização das TIC em sala de aula, devemos começar por nos focar no verdadeiro objetivo da educação: desenvolver o ser humano no maior número de aspetos da sua personalidade, nomeadamente a nível físico, intelectual e moral, tendo como principal meta, a sua integração na sociedade e consequentemente torná-la melhor.
“O direito à educação (...) não é apenas o direito de frequentar escolas: é também, na medida em que vise a educação ao pleno desenvolvimento da personalidade, o direito de encontrar nessas escolas tudo aquilo que seja necessário à construção de um raciocínio pronto e de uma consciência moral desperta.” (Piaget, 1973)
 Tendo em conta que a escola consegue abranger todos esses aspetos e como tal tem de estar atualizada e é sem dúvida inegável que as TIC tornaram-se essenciais para o desenvolvimento de competências linguísticas entre várias outras competências.
Segundo António Dias Figueiredo, “ (…), a eclosão dos novos media, suportada por poderosas indústrias culturais, e as potencialidades de interacção através da Internet, prefiguram um cenário explosivo de oportunidades de auto-educação e de educação à distância, não só na idade escolar mas ao longo de toda a vida, que começam a ganhar forte expressão do outro lado do Atlântico.” (Figueiredo, 2000)
Este tipo de inovações podem levar a más interpretações, como por exemplo pensar que uma criança consegue formar-se utilizando as TIC, isto porque informação não é conhecimento e nada substitui um professor. O aparecimento das TIC não diminui o papel do professor, apenas o transforma, quanto mais informado e atualizado estiver o professor, mais enriquecida será essa transformação.
Como em todas as descobertas e invenções, as TIC também podem acarretar desvantagens, tais como: numa sala de aula nem todos os alunos estão no mesmo patamar económico, pelo que nem todos poderão ter acesso a internet em casa ou até mesmo computador. Para além disso, o preconceito ainda existente em relação a crianças pequenas utilizarem computadores, quer seja da parte dos pais quer seja da parte da própria escola e a falta de formação dos professores poderá levar a que estes não utilizem estes métodos em aula e acabam por não estimular as crianças a fazê-lo.
Em jeito de conclusão, acho que de uma maneira ou outra as desvantagens e barreiras existentes podem ser contornadas e sem dúvida alguma as vantagens compensam as desvantagens, embora estas últimas estejam constantemente a ser realçadas, a verdade, é que o futuro passa pelas TIC e as escolas têm de estar atualizadas na sociedade em que vivemos.




Referência Bibliográficas

 

·         Botelho, F. (2005, julho 14). Globalização e Cidadania: reflexões soltas. Educação .
·         Fidalgo, P. (2009, março 18). O ensino e as Tecnologias da Informação e Comunicação. Educação .
·         Figueiredo, A. D. (2000, outubro 18 e 19). Novos media e velha aprendizagem. Novo Conhecimento/ Nova Aprendizagem .
·         Lagarto, J. R. (2013). Inovação, TIC e Sala de Aula. Retrieved outubro 18, 2014, from RCAAP: http://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/10560/1/Inov_TIC_sala_aula.pdf
·         Paz, J. (2008, abril 17). Educação e Novas Tecnologias. Setúbal na Rede .
·         Tecnologia da Informação e Comunicação. (n.d.). Retrieved outubro 17, 2014, from Infoescola: http://www.infoescola.com/informatica/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/