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domingo, 19 de outubro de 2014



Atividade 1 – Carla Costa
As TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação) dizem respeito  a todo o conjunto de recursos tecnológicos usados para diversos fins, como por exemplo computadores; televisão; entre outros.
Em contexto sala de aula, as TIC podem ser utilizadas de diversas maneiras, e em relação à Língua Portuguesa, por exemplo, existem imensas potencialidades pedagógicas para a sua aprendizagem.
Existem imensos jogos e programas que estimulam as competências da comunicação verbal, os alunos acabam por criar hábitos de leitura; conseguem aprimorar a sua escrita ao utilizar técnicas de auto e hétero correção; podem aprender aspectos fundamentais da estrutura e do funcionamento da língua; entre tantas outras aprendizagens, nomeadamente, a literacia.
A literacia pode ser trabalhada desde muito cedo através de diversas atividades que estimulem os alunos de maneira a que estes consigam um forte conhecimento da língua e adquiram ferramentas essenciais de aprendizagens para o resto da vida.
Segundo Fernanda Botelho “ (…) só alargando as competências de acesso, análise e comunicação a uma ampla variedade de mensagens, de forma a incluir não só as verbais, mas as imagens, o som, os próprios media e as mensagens suportadas pelas tecnologias de informação e comunicação, a literacia será uma competência totalmente conseguida numa sociedade de informação em rápida e permanente transformação, exigindo, por isso, multiliteracias para uma efectiva construção do conhecimento.” (Botelho, 2005)
Com a imensa informação disponível online o aluno pode facilmente selecionar o que quer pesquisar, o que quer reter e como irá utilizar essa informação, o aluno torna-se assim proprietário da sua aprendizagem, utilizando o modelo construtivista em que o aluno aprende-fazendo. Tendo isto em conta, como poderá esta metodologia ser usada em sala de aula?
Em 1973, Jean Piaget lançou a famosa frase “Compreender é inventar”, apelando mais uma vez à visão construtivista. Dito isto, o professor deve dar espaço para a criatividade dos alunos, deixar que estes “inventem”, em vez de apenas transmitir conhecimentos.
No que toca à utilização das TIC em sala de aula, devemos começar por nos focar no verdadeiro objetivo da educação: desenvolver o ser humano no maior número de aspetos da sua personalidade, nomeadamente a nível físico, intelectual e moral, tendo como principal meta, a sua integração na sociedade e consequentemente torná-la melhor.
“O direito à educação (...) não é apenas o direito de frequentar escolas: é também, na medida em que vise a educação ao pleno desenvolvimento da personalidade, o direito de encontrar nessas escolas tudo aquilo que seja necessário à construção de um raciocínio pronto e de uma consciência moral desperta.” (Piaget, 1973)
 Tendo em conta que a escola consegue abranger todos esses aspetos e como tal tem de estar atualizada e é sem dúvida inegável que as TIC tornaram-se essenciais para o desenvolvimento de competências linguísticas entre várias outras competências.
Segundo António Dias Figueiredo, “ (…), a eclosão dos novos media, suportada por poderosas indústrias culturais, e as potencialidades de interacção através da Internet, prefiguram um cenário explosivo de oportunidades de auto-educação e de educação à distância, não só na idade escolar mas ao longo de toda a vida, que começam a ganhar forte expressão do outro lado do Atlântico.” (Figueiredo, 2000)
Este tipo de inovações podem levar a más interpretações, como por exemplo pensar que uma criança consegue formar-se utilizando as TIC, isto porque informação não é conhecimento e nada substitui um professor. O aparecimento das TIC não diminui o papel do professor, apenas o transforma, quanto mais informado e atualizado estiver o professor, mais enriquecida será essa transformação.
Como em todas as descobertas e invenções, as TIC também podem acarretar desvantagens, tais como: numa sala de aula nem todos os alunos estão no mesmo patamar económico, pelo que nem todos poderão ter acesso a internet em casa ou até mesmo computador. Para além disso, o preconceito ainda existente em relação a crianças pequenas utilizarem computadores, quer seja da parte dos pais quer seja da parte da própria escola e a falta de formação dos professores poderá levar a que estes não utilizem estes métodos em aula e acabam por não estimular as crianças a fazê-lo.
Em jeito de conclusão, acho que de uma maneira ou outra as desvantagens e barreiras existentes podem ser contornadas e sem dúvida alguma as vantagens compensam as desvantagens, embora estas últimas estejam constantemente a ser realçadas, a verdade, é que o futuro passa pelas TIC e as escolas têm de estar atualizadas na sociedade em que vivemos.




Referência Bibliográficas

 

·         Botelho, F. (2005, julho 14). Globalização e Cidadania: reflexões soltas. Educação .
·         Fidalgo, P. (2009, março 18). O ensino e as Tecnologias da Informação e Comunicação. Educação .
·         Figueiredo, A. D. (2000, outubro 18 e 19). Novos media e velha aprendizagem. Novo Conhecimento/ Nova Aprendizagem .
·         Lagarto, J. R. (2013). Inovação, TIC e Sala de Aula. Retrieved outubro 18, 2014, from RCAAP: http://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/10560/1/Inov_TIC_sala_aula.pdf
·         Paz, J. (2008, abril 17). Educação e Novas Tecnologias. Setúbal na Rede .
·         Tecnologia da Informação e Comunicação. (n.d.). Retrieved outubro 17, 2014, from Infoescola: http://www.infoescola.com/informatica/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/






No seguimento da apresentação à turma do jogo "Animais de Fazenda" para crianças na faixa etária dos 2 anos, surgiu-nos a seguinte reflexão sobre o jogo em si assim como sobre as suas vantagens e desvantagens.
Jogo

quinta-feira, 9 de outubro de 2014


Jogo: Animais da fazenda









Público-alvo: 2 anos

Aprendizagens esperadas:

·         A criança ficará familiarizada com os animais;

·         Terá uma noção real dos mesmos;

·         Ficará também familiarizada com o computador;

·         Desenvolverá a literacia;

·         Irá aprender brincando;