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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

O atraso do Pai Natal em Photostory 



No âmbito da nossa unidade curricular, criamos a seguinte história de natal através do programa Photostory para crianças em idade pré-escolar, com o objetivo de incutir determinados valores morais e éticos.







Narrativa
Todos os anos, como já é costume, o Pai Natal vai a uma pequena aldeia levar os presentes às crianças. Mas este ano aconteceu uma desgraça: O Pai Natal atrasou-se, e as crianças da aldeia ficaram preocupadas, pois ainda não receberam os presentes.
- Onde está o Pai Natal? – Perguntou uma das crianças da aldeia aos seus amigos.
- Não sabemos – disseram todos em coro – O Pai Natal ainda não foi à nossa casa!
- O Pai Natal atrasou-se?! – Perguntou uma das crianças.
- Que estranho, o Pai Natal nunca se atrasa! – Disse a outra.
- Vamos ter com ele ao Pólo Norte! – falou entusiasmada uma criança.
- Boa ideia! – Disseram todos – Vamos à casa dele!
Quando as crianças chegaram à casa do Pai Natal, não se ouvia barulho nenhum…tudo estava parado…as renas estacionadas à porta de casa nem reagiram à chegada das crianças. O que haveria acontecido?
Bateram à porta e tudo permaneceu em silêncio. Voltaram a bater à porta e começaram a ouvir-se passos. A porta abriu-se e aparece finalmente o Pai Natal…com um ar cansado, triste e desmotivado. As crianças em alvoroço, perguntaram:
                - Pai Natal! Aconteceu alguma coisa? Estávamos preocupados consigo!
                - Olá meninos – respondeu o Pai Natal – sim, aconteceu algo que me deixou muito triste…mas entrem, falamos melhor dentro de casa.
As crianças entraram e não conseguiram deixar de reparar em todos os detalhes da casa, era ainda mais fantástica do que pensavam. Tudo era feito à mão, cheirava a bolos e tinha uma temperatura tão agradável. Sentaram-se todos no sofá e o pai natal, começou a conversa com um suspiro:
                - Bom meninos, a verdade é que cada vez mais estou desiludido com o natal…
                - Mas porquê pai natal? – perguntaram as crianças – todos nós adoramos…é uma época tão feliz e adoramos sempre os seus presentes!
                - Sim…o problema é mesmo esse. As crianças pensam que o natal é apenas para receberem presentes, não percebem o verdadeiro espírito natalício, não entendes que só existe solidariedade quando não se espera nada em troca. Cada vez mais vejo que as crianças tentam fazem o que é certo apenas para receberem presentes e isso não está certo….a minha intenção nunca foi essa…e agora não sei o que fazer para mudar essa maneira de pensar.
As crianças baixaram a criança e começaram a refletir sobre as suas próprias formas de ver o natal. Muitas delas reviram-se naquilo que o pai natal havia dito. Fez-se silêncio durante alguns segundos. As crianças levantaram a cabeça e olharam umas para as outras à procura de respostas sobre o que fazer.
Até que uma das crianças disse:
                - Eu tenho sido assim durante muitos anos pai natal, sei que sou uma dessas crianças e acho que alguma coisa deve ser feita. Acho que nunca mais deveria haver presentes para as crianças aprenderem a sentir a verdadeira gratidão de se fazerem boas ações.
Todas as crianças concordaram com esta ideia e a partir desse dia nunca mais existiram presentes vindos do pai natal.

domingo, 21 de dezembro de 2014



Atividade 3 – Reflexão sobre Internet Segura _ Carla Costa

Falar sobre internet segura, remete-nos falar sobre as desvantagens do uso da internet, nomeadamente sobre invasão de privacidade, roubos de identidade, entre outras situações desagradáveis.
Cada vez mais vemos jovens a acederem a redes sociais, expondo a sua vida pessoal e a dos seus familiares, comprando artigos em sites desconhecidos, usando a mesma palavra-passe para todas as suas contas, confiam em pessoas que não conhecem pessoalmente, entre outros. O que nos leva a pensar: É a internet perigosa ou apenas mal utilizada? Se nos debruçarmos sobre o assunto, poderemos perceber que será um equilíbrio entre os dois.
Tendo em conta as suas inúmeras vantagens e o número de pessoas que vêm as tecnologias como parte das suas vidas, é já impensável uma vida sem internet. Resta-nos então aprender a viver neste novo mundo. Pensando nessa necessidade, foi criado o Consórcio Internet Segura, que tem como alvo alunos de várias faixas etárias, indo às escolas com o objetivo de sensibilizar, informar e formar.
Ainda que existam pessoas que argumentem não expor a sua vida ou até mesmo não utilizar redes sociais, a verdade é que todos nós vivemos “ (…) num mundo digitalizado onde armazenamos a nossa vida em computadores” (Belanciano, 2014). Estamos constantemente a deixar a nossa pegada digital, seja pelo uso de cartões de crédito ou até por simples comentários feitos num site de entretenimento.
Segundo o Professor João Torres, existem diversas maneiras de se estar protegido, tais como: ter sempre anti-virus no computador de modo a evitar invasões, não utilizar palavras de dicionário como palavras- passe, sempre que possível atualizar o computador, tapar, com adesivo ou algo de género, a camara web. Posso afirmar que gostei imenso de assistir a esta formação e de aprender mais sobre o assunto. Uma dica que achei particularmente útil foi a de arranjar uma maneira de criar palavras-passe que não sejam palavras de dicionário, utilizando um fragmento de uma música que conhecemos e usando apenas as iniciais de cada palavra, como por exemplo “Já não há estrelas no céu”, a palavra passe seria “jnhenc”, sendo assim uma excelente maneira de decorar as palavras. Estas são algumas ideias para podermos viver nesta nova realidade que nos rodeia podendo assim usufruir ao máximo do fantástico mundo virtual.

Referências Bibliográficas:

·         Belanciano, V. (2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na Internet. Público.
·         Cardoso, R. (2014). Se o Google diz é porque é verdade. Mas será mesmo? Courrier Internacional.
·         Internet Segura. (2014). Riscos e Prevenção. Obtido de Internet Segura.pt: http://www.internetsegura.pt/riscos-e-prevencao#.VG6DJ_msWb8




Segurança na Internet- Ana Lúcia Correia 


A segurança, a liberdade e a privacidade na Internet são dos temas mais debatidos nos dias de hoje.
Desde os anos 90 até a actualide é notória uma grande evolução na área da tecnologia, nomeadamente na área das tecnologias da informação. Os telemóveis, os computadores portáteis, a televisão digital, os dispositivos móveis, como tablets e smartphones que nos permitem acesso à Internet universal e rápida e também as mais variadas redes socias em qualquer lugar desde que o utilizador disponha de internet wi-fi ou através dos dados movéis dos tarifários fornecidos pelas respectivas operadoras telefónicas.
Uma das ferramentas mais utilizadas e mais conhecidas neste mundo da Internet é o Google, qualquer pessoa que utilize um computador ou um dispositivo com acesso à Internet uma das ferramentas a que recorre é esta certamente. Desde o inexperiente ao mais experiente, hoje em dia todos recorrem ao uso do Google. É um dos motores de busca mais utilizados em todo o mundo, se não o mais utilizado, sendo considerado universal.
O Google é uma das empresas mais lucrativas da actualidade. Através da sua actividade na Internet retira grande parte dos lucros e uma quantidade inesgotavél de informação como, dados pessoais, estátisticas, perfis com base nos vários tipos de pesquisas que se desenvolvem através deste motor de busca e que conduzem muitas vezes a espionagem, como refere o artigo do Courrier, escrito por Rui Cardoso.
A privacidade digital é a capacidade que uma pessoa tem de controlar a exposição e a disponibilidade de informações dela, de um conhecido ou até mesmo de um desconhecido, na internet, através dos sites de partilhas através das mais variadas redes sociais. A actual arquitetura da internet permite o desenvolvimento de novas tecnologias de controle de informações, alterando a forma de como cada pessoa pode ter a privacidade.
A revolução da tecnologia da informação modificou a realidade social, penetrando em todas as esferas da atividade humana gerando novas relações a serem reguladas pelo sistema jurídico. A falta de leis consolidadas com relação a privacidade digital exige que cada indivíduo esteja preparado para enfrentar as novas situações e a invasão de privacidade decorrentes dessa nova visão sobre a privacidade ocasionadas com o surgimento de novas tecnologias informacionais.
O emergir das redes sociais e a partilha através dos sites aumentaram os riscos de um indivíduo ter a privacidade mais exposta perante na sociedade atual, principalmente no que respeita aos dados pessoais que são divulgados, directa e indirectamente.
Para concluir nos dias de hoje qualquer utilizador da internet se encontra muito exposto, principalmente aqueles que usam as redes socias, visto que os seus dados se encontram mais patentes perante as redes e por muito que se tente limitar a privicidade torna-se sempre dificil neste mundo que é a Internet.

 

domingo, 14 de dezembro de 2014

Podcast


Podcast é uma junção das palavras Ipod e Brodcast, é um termo Podcast surgiu em 1994, criado por Adam Curry, falamos de um arquivo de áudio digital disponibilizado num site para carregamento. Segundo Primo, “é um processo mediático que emerge a partir da publicação de arquivos áudio na Internet”  (Coutinho, APUD Primo, 2005)
Segundo Ana de Carvalho, “O podcast é um ficheiro áudio ou vídeo, distribuído através da Internet, que pode ser subscrito através de RSS (Really Simple Sindication) feeds e é facilmente descarregado para o computador, leitor de MP3, MP4 ou telemóvel." (Carvalho, 2007)
No campo educativo, o podcast pode trazer vários benefícios, tais como: respeitar os diferentes ritmos de aprendizagem dos alunos; possibilita a aprendizagem, não só dentro da escola, mas também fora, entre outros.
O podcast pode também ser visto como uma ajuda para deficientes visuais, segundo Júnior e Coutinho “A utilização do podcast pode trazer enormes benefícios para a educação de pessoas com necessidades especiais, fazendo com que cada vez mais os alunos possam aprender independente do tempo (anytime) e do espaço (anywhere), publicando com facilidade e rapidez todos os conteúdos que sabem e que desejam compartilhar com os seus colegas reais e virtuais.” (Junior e Coutinho, 2009)


Referências Bibliográficas

 




·         BOTTENTUIT JUNIOR, J. B., & COUTINHO, C. P. (2009). Podcast uma Ferramenta Tecnológica para auxílio ao Ensino. Em J. B. BOTTENTUIT JUNIOR, & C. P. COUTINHO, Podcast: uma Ferramenta Tecnológica para auxílio ao Ensino de Deficientes Visuais (p. 2124). Lisboa. Obtido em 04 de 12 de 2014, de Repositorium Universidade do Minho: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9030/1/Podcast%20-%20Lusocom.pdf

·         Carvalho, A. A. (07 de 01 de 2010). O que é um podcast? Obtido em 04 de 12 de 2014, de Ministério da Educação e Ciência: http://www.crie.min-edu.pt/index.php?section=304

·         João Batista Bottentuit Junior, C. P. (s.d.). PODCAST EM EDUCAÇÃO: UM CONTRIBUTO PARA O ESTADO DA ARTE. Obtido em 04 de 12 de 2014, de Repositorium Universidade do Minho: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7094/1/pod.pdf

sábado, 15 de novembro de 2014

Fonte: http://www.zapping-tv.com/saiba-inscrever-quer-milionario-rtp1/


Atividade 2 - Atividade com a televisão




Quem quer ser milionário 



Escolhemos o programa “Quem quer ser milionário” para a elaboração da nossa atividade. Programa transmitido pela RTP, é um concurso de cultura geral e conhecimento, é transmitido em Portugal desde 2000 e o seu formato original vem da Grã-Bretanha.
O público-alvo escolhido para esta atividade é o 4º ano.
Tendo em conta que a televisão é vista diariamente pelas crianças, faz todo o sentido que seja utilizada na escola, visto a televisão e programas deste tipo serem fontes de informação e conhecimento. Poderemos dizer que são formas divertidas de aprender.
A primeira atividade seria a atividade escrita e consiste em que as crianças pesquisem (em livros ou internet), perguntas e respostas sobre conhecimentos já abordados em sala de aula e que elaborassem cerca de 10 perguntas com quatro opções de resposta, estando uma certa e as restantes erradas.
A atividade oral consiste em que fosse recriado em sala de aula, o programa “Quem quer ser milionário” e cada criança teria oportunidade de usar as perguntas pesquisadas e faria o papel de apresentador do programa e questionava o colega.
As crianças que estivessem dispostas a participar, voluntar-se-iam e o apresentador escolheria um colega para participar. O participante teria 30 segundos para responder às perguntas e teria acesso às ajudas tal como existem no programa, nomeadamente:
50-50 – O concorrente ao escolher esta opção de ajuda, tem 2 respostas erradas eliminadas das opções, ficando assim apenas com uma resposta errada e a correta.
Telefonar a alguém – Neste caso, a criança a participar poderá escolher um colega que esteja presente na sala de aula para pedir ajuda.
Ajuda do Público – O participante, nesta opção, pode pedir ajuda à turma toda
Troca – Ao escolher esta opção, é selecionada outra pergunta

O que podem aprender as crianças com esta atividade?

Com esta atividade, as crianças adquirem conhecimentos, não só a pesquisar, mas também a responder às perguntas dos colegas. Ao pesquisar as perguntas e respostas na internet adquirem prática em computadores e a procurar na internet.
Como estarão a “criar” jogo poderão entender a existência de regras e assim têm mais facilidade em respeitá-las.
É também uma excelente oportunidade para socializarem com colegas com quem convivem menos.  

Bibliografia
  • http://www.zapping-tv.com/saiba-inscrever-quer-milionario-rtp1/
  • http://www.rtp.pt/play/p1612/quem-quer-ser-milionario
  • Silva, Á. A. (2004, Dezembro). Ensinar e aprender com as Tecnologias. Retrieved 11 14, 2014, from RCAAP.