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domingo, 19 de outubro de 2014



No seguimento da apresentação à turma do jogo "Animais de Fazenda" para crianças na faixa etária dos 2 anos, surgiu-nos a seguinte reflexão sobre o jogo em si assim como sobre as suas vantagens e desvantagens.
Jogo

4 comentários:

  1. Comentário: O jogo “animais de Fazenda” é um jogo adequado ao público-alvo pretendido. Para não leitores podemos dizer que é um passo grande para perceber alguns sons de animais que eventualmente podem encontrar no seu quotidiano.
    O facto de a criança puder clicar em qualquer teclado para as imagens mudarem torna-se interessante, uma vez, que a criança clica em todas as teclas como bem entender.
    Ao explorarmos mais o jogo, notamos que se clicarmos em qualquer tecla para iniciar o jogo, não terá qualquer efeito, portanto a criança terá que clicar no ícone que diz “jogar”. Outra situação que verificamos, que não favorece o jogo, é se a criança clicar em muitas teclas ao mesmo tempo as imagens passarão rapidamente e não estarão associadas corretamente aos sons. O erro do “ovelha y cordeiro”, referido também na reflexão das colegas, é um ponto a menos para o jogo, mas como o público-alvo é mais novinho não terá uma relevância tão grande. Também estará ao critério do educador/professor/adulto esclarecer alguma dúvida a criança.
    Por outro lado, como as colegas referiram e bem, este jogo tem a vantagem das imagens dos animais serem reais e assim podem associar facilmente à realidade. Uma vez que este jogo é mais adequado para não leitores tem o auxílio do som que permite às crianças associar o som à imagem e assim enriquece a qualidade do jogo.

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  2. Depois de analisarmos a reflexão realizada pelo grupo da Ana Correia e Carla Rocha, e termos procedido à realização do jogo “Animais da Fazenda”, procuramos agora através deste texto comentar a reflexão das colegas em relação ao mesmo.
    O jogo em questão adequa-se a crianças a partir dos 2 anos de idade, porém compreendemos que não devemos ser tão precisos quanto à idade, não concordando com as colegas quando referem “escolhemos a faixa etária dos 2 anos”. Na nossa perspetiva, este jogo adequa-se a crianças, a partir da idade referida até por volta do fim da idade pré-escolar. Podendo ser trabalhado pelos mais novos com o intuito da aprendizagem dos sons imitidos pelos animais (onomatopeias) e pelos mais velhinhos, familiarizando-se com a forma de escrever o nome de cada animal.
    Concordamos com o facto da temática do jogo girar em torno do mundo animal, pois este desperta uma enorme curiosidade apreendendo a atenção das crianças.
    Quanto ao modo de iniciar o jogo e à apresentação do mesmo, pensamos que este não é muito simples. Pois, apesar de ser referido que basta carregar em qualquer tecla para iniciar a atividade, esta indicação aplica-se apenas aos elementos do teclado, ou seja, se a criança carregar sobre o jogo com o rato não acontece nada, podendo assistir-se a um bloqueio por parte da mesma. Além disto, o jogo não abre em grande janela, o que torna o ambiente que o rodeia com demasiadas informações, podendo causar alguma distração. Seria também importante assistirmos a indicações sobre a tarefa via áudio, tendo em conta a idade que consideramos adequada à realização da atividade. Por estes motivos a realização da tarefa não se torna de fácil execução sem a ajuda de alguém que saiba ler (adulto ou outra criança).
    Um ponto positivo que o grupo que elaborou esta reflexão encontrou foi o facto de as imagens serem reais. Concordamos com o aspeto referido, pois assim evita-se uma distorção ou afastamento da realidade que envolve a criança. Acrescentamos ainda que os sons emitidos pelos animais e os habitats presentes nas imagens são também reais, o que aproxima ainda mais este cenário da realidade.
    As palavras que legendam a figura de cada animal, são importantes para estabelecer um primeiro contato com as letras e palavras, contribuindo assim para uma fase inicial da alfabetização. Porém, e tal como é referido pelas nossas colegas, existe um erro quando é apresentado “ovelha y cordeiro” em vez de ovelha e cordeiro. Existe ainda uma outra expressão que pensamos que poderia estar mais correta, se fosse apresentada a palavra cão em vez de cachorro.
    Encontramos ainda um outro ponto menos positivo que incide na finitude das imagens apresentadas ao longo da atividade. A tarefa apresenta apenas um conjunto de sete animais (vaca, ovelha e cordeira, pato, cachorro, galo e gato), quando existem tantos outros para explorar.
    Por fim, resta-nos algumas dúvidas quanto à designação desta tarefa como “jogo”. Como podemos verificar a atividade não tem nem cronómetro (sendo que este não é um elemento necessário), nem pontuação, além disto, o “jogador” não é incentivado a executar uma ação.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Caras alunas,
    esta mensagem tem um título estranho, ora vejam só como está identificada no arquivo do blogue. No que se relaciona com a vossa reflexão,revejam o segundo parágrafo porque está pouco claro, tem uma citação sem núero de página e não termina com um ponto final. Aliás, este problema das citações existe ao longo de todo o texto. Noto que incluiram autores que eu não tinham indicados, mas esqueceram um dos que era sugrido para esta tarefa. Finalmente reparo que não incluiram na reflexão alguns dos aspetos negativos do jogo que foram notados em aula e que estão patentes num dos comentários das vossas colegas.
    Cumprimentos
    MRR

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